sábado, 26 de julho de 2014

Me vs My Blog


Muitas vezes sinto-me mal por não postar com mais frequência, não só porque quero partilhar com vocês, sentir-me parte deste mundo e fazer com que se sintam bem-vindos ao meu espaço como também preciso de escrever e faz-me bem escrever. Outra coisa em que penso é que o meu blogue não tem uma "personalidade" bem definida, tanto escrevo textos abstractos como escrevo certas coisas sobre mim num registo mais descontraído e acaba por não encaixar em nenhuma categoria (caso fosse necessário, coisa que não é).
A verdade é que eu também não tenho uma personalidade que se encaixe numa categoria, tal como o meu blogue. Tenho múltiplos interesses pelo mundo e pela vida, gosto sempre de tentar olhar para as coisas pelos dois lados da moeda, gosto de desporto e de ler, gosto de apanhar sol e de "sentir" trovoada, gosto de partilhar mas também de ficar em silêncio e por aí fora. Por ser tão interessada por um pouco de tudo é que tive dificuldade nestes últimos meses em decidir ao que me candidatar na faculdade.

Ultimamente tenho reflectido sobre isso e cheguei à conclusão que embora tudo o que disse até agora seja verdade, acho que o meu blogue acaba por espelhar exactamente a minha pessoa.

Considero-me uma pessoa calma e reservada. Sou alguém que gosta de ouvir, perceber as coisas, gosto de ter um discurso com sentido e se não tenho nada para dizer, não vou inventar, fico calada. Há dias em que não me apetece falar, resguardo-me nos meus pensamentos e simplesmente guardo tudo para mim (o que por vezes é agoniante). Há outros em que sinto a necessidade de partilhar o que me vai na alma ou falar das coisas mais insignificantes que correm na minha vida mas que fazem parte dela e às quais quero dar valor. Se calhar ninguém quer saber mas escrever sobre isso é dar pelo menos um pouco de importância, é imortalizar essas situações ou sentimentos. Eu sou assim e isso acaba por definir o meu blogue também, não o estereotipa em lugar algum e só quem o perceber e gostar é que fica, tal como na minha vida. O que não quer dizer que não esteja cá porque eu venho sempre ler os vossos cantinhos, tal como gosto de saber se os meus amigos estão bem e de saber tudo o que me queiram contar. 

Ps: Tenho sentido falta dos textos abstractos que escrevia, o que me leva a crer que sinto falta de uma parte de mim mesma.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Love sucks



O amor não é cego. Isso é mentira. O amor escolhe colocar-nos uma venda nos olhos e tudo é bonito no que vemos porque só vemos o que o nosso coração quer ver, só vemos as projecções na tal venda do que julgarmos ter à nossa frente em pessoa. O amor é uma porcaria, mas só quando dá para o torto. É hipócrita da nossa parte culparmos o amor e crucificarmos esse sentimento tão intenso. O amor é uma porcaria porque o fazemos uma porcaria, porque o vemos como uma porcaria.
Quando estamos felizes e contentes ninguém se atreve ou lembra sequer em proferir tal coisa, é tudo tão "perfeito" e completo que a vida ganha outras cores, outros cheiros e basicamente ficas repleto de serotonina, dopamina e oxitocina (o que é totalmente verdade) mas o que sentes é o coração a palpitar vividamente, uma ansiedade descomunal, uma explosão de electricidade, carinho, paixão e realização dentro de ti, a desesperar por irromper pela tua pele e incendiar a tua vida de fogo ardente e belo, porque aquele sorriso, aquele olhar e aqueles braços são tudo o que o teu mundo precisa para ter um dia melhor.
Até que num momento tudo colapsa e já não parece nada do que idealizavas mas isso é como quem não tem jeito para o desenho, como eu. Tenho na minha mente uma imagem clara e brutal do que quero mas quando meto mãos à obra, lápis à arte, é como se saísse tudo ao lado, uns meros gatafunhos, um projecto falido do que tinha imaginado porque é impossível transpôr para a vida real seja um desenho, palavras, acções, tudo exactamente igual ao que permanece no nosso íntimo. É isso que acontece com o amor. Nós criamos esta bolha perfeita e depois o que acontece? A realidade acontece. Mas isso é porque tentamos com que esse nosso conto de fadas perfeito passe para a realidade, deixe de ser apenas uma história a pairar nas nuvens do romance ideal. Queremos que seja real. E é aí que a coisa complica. Porque a realidade também consegue ser uma porcaria.
Alguém te pergunta como é que depois de coisas tão horríveis ainda te importas, ainda te dás ao trabalho e fazes as coisas que fazes. A minha resposta é: como é que não o farias?
Amar é estar lá, independentemente de tudo. Amar é assumir uma posição de porto de abrigo, fonte de amor, carinho, compreensão e protecção, como também bola de stress e saco de boxe (não no sentido literal). Amar não é só nos bons momentos. Quem ama aguenta toda a porcaria porque ser amado é sabermos que temos alguém que não nos vai deixar ficar mal e ruir perante os nossos erros, que nos vai segurar ou ajudar a levantar quando tropeçarmos nas pedras da vida ou nos penhascos do nosso ser. Amar e ser amado é assumir um contrato de presença e cuidado.
Claro que há limites, às vezes a mágoa torna-se demasiada e se calhar podes ter um coração maior do que devias. Mas nós só recebemos dos outros o que irradiamos de nós mesmos. Se calhar não recebes em igual medida mas não vais arriscar dar menos só porque recebes menos pois se dás mais, sabes pelo menos que tens a porta aberta para receber mais. Se isso não acontece... Melhores dias virão. Frank Crane disse "You may be deceived if you trust too much, but you will live in torment unless you trust enough." Pois a minha escolha é ser e viver assim, como sou.

Dito isto, o amor continua uma porcaria porque as pessoas conseguem ser uma porcaria. Mas o sol há-de voltar a brilhar no coração de todos nós...

sábado, 28 de junho de 2014

Partilho com vocês a minha vergonha


Fomos a Lisboa para uma sessão fotográfica que uma colega minha quis organizar pelos anos dela. Isso combinou três factores que não vão lá muito bem com a minha pessoa: fotografias "forçadas", vestidos e semelhanças porque íamos todos de branco (excepto a aniversariante). Acabou por ser divertido e acabámos por ter de apanhar o autocarro das oito e meia para casa. Sim, tarde!
Bem, lá íamos nós no metro e eu já não tinha lugar para me sentar então fiquei em pé agarrada ao "poste" no centro da carruagem com outra rapariga. Entretanto nessa mesma paragem da nossa entrada entram dois rapazes, um deles fica também agarrado no centro e eu, esperta como sou, estava a pôr o meu peso mais sobre uma perna para descansar o outro joelho. Conclusão, assim que aquilo arranca eu perco o equilíbrio e dou um encosto no tal rapaz. Ele estava de headphones e eu imediatamente levantei apenas a mão em sinal de "desculpa lá". Até aí tudo bem. Umas paragens à frente, ele deixou o centro e ficou na lateral, atrás de mim. Claro que, novamente, esperta como sou, aproveitei a paragem para ajeitar a minha mala de forma a que pudesse controlar os meus pertences e para isso, deixei de estar agarrada. Nisto, aquilo arranca de repente e eu sou literalmente (quando digo literalmente, é vergonhosamente no sentido literal) projectada para trás, para cima do rapaz e até o pisei, coitado. Ele agarrou-me e eu só queria um buraco para me esconder. Novamente pedi mil desculpas e o amigo pareceu-me fazer uma piadinha, num tom mais baixinho, a dizer que "foi sem querer" -.- ali estava eu, a morrer de vergonha, de vestido no metro e a sentir esporadicamente a respiração do rapaz na minha diagonal... Ele até chegou a perguntar-me as horas, porque eu tinha relógio mas ainda pensei que ele estivesse a perguntar ao amigo dado que estava de costas e não o vi direccionar-se a mim. Disse-lhe as horas e chegámos ao destino, graças a Deus! Algo me diz que para o ano vou ter muito tempo para estes pequenos embaraços do quotidiano...
Eu nem costumo ser assim trapalhona mas claro que se tinha de acontecer a alguém, era logo a mim!

domingo, 22 de junho de 2014

Não vos censuro se não chegarem nem a metade


A minha paixão é nadar. É tão certo como o dia ter 24 horas, a vida ser efémera e o dia de amanhã uma incógnita. Nunca o escondi mas não acho que alguém o perceba verdadeiramente...
Aos seis anos entrei para este mundo e sensivelmente aos oito/nove fui convidada para entrar numa equipa de competição que estavam a criar. Foi das melhores decisões da minha vida, senão a melhor. Na equipa inicial, eu era a mais nova, mais baixa e mais caladinha pois toda a restante equipa era entre 2 a 4 anos mais velha que eu e era como se eu fosse a irmãzinha mais nova. Se no início me senti mais acanhada e com receio, não me recordo porque já se faz sentir como se tivesse sido noutra vida, mas se tal aconteceu depressa passou porque nunca mas nunca me senti mal naquele ambiente. Éramos todos miúdos, eles pré-adolescentes, eu uma criança mas no meio de todas as brincadeiras, picardias ou o que fosse, nunca me fizeram sentir menos que ninguém. Não sei se era por essa tal discrepância de idades que tinham mais "cuidado" mas o que é certo é que foram os melhores tempos da minha vida.
Treinávamos de segunda a sábado, passávamos fins de semana inteiros em provas, éramos unidos e apesar do esforço, compensava. Eu falo por mim, eu cresci com eles, cresci com o meu treinador, cresci com a natação, cresci com a competição e tudo o que isso influenciava. Eu sou brucista, um underdog dos estilos de natação e eu era boa. Na equipa, só havia uma outra rapariga que também se destacava a bruços e sempre que chegava essa parte do treino, sabia sempre bem ser literalmente puxada para a frente porque já sabiam que eu ir atrás deles não me ia "desafiar" nem eles seriam capazes de acompanhar. E o que me fez vencer neste meio foi a minha paixão por aquilo, o desafiar-me constantemente para quebrar barreiras e ser melhor, o não desistir e lutar porque não há outra forma de nos superarmos nesta vida.
E se calhar foi o facto de esse meu desenvolvimento se ter dado no seio de um grupo mais velho, com outra carga emocional acompanhante de desportos em equipa (porque sim, natação parece individual mas é também um desporto de equipa) que por exemplo uma turma escolar não nos traz, que me levou à pessoa que sou hoje em dia e à personalidade que me caracteriza, porque eu ali ganhei valores que não se interiorizam em qualquer lado e o ambiente que me rodeava levou-me a exigir mais de mim, a puxar pelas minhas capacidades, física e psicologicamente, e com isso elevou-me também a outro patamar mental. Até ao ponto em que, uns anos depois, começaram a aceitar gente da minha idade na pré-competição e eu já treinava com ambos os grupos, também devido a horários. E aí já não era o mesmo. Alguns da equipa inicial começaram a sair, estavam a crescer e seguir os seus caminhos, outros acabados de entrar não duravam mais de uma época... Tem que se gostar, ninguém aguenta aquela carga durante muito tempo fazendo frete e é assim que se percebe quem nasceu para aquilo e quem tem aspirações diferentes.
Eu fui a torneios amigáveis, campeonatos regionais, zonais e nacionais. Tenho memórias divertidas, orgulhosas e gratificantes, memórias que me enchem o coração. Até à época em que comecei a ter dores nos joelhos. Esta é uma parte determinante, os treinos puxam por nós, dores todos temos, é suposto doer e cabe-nos a nós escolher o que fazer em relação a isso. Uns desistiam, fartos daquilo. Outros faziam ronha durante os treinos. Eu só me queixava esporadicamente, eu julgava ser do cansaço porque é cansativo, era daqueles queixumes que se deitavam para o ar nos 15 segundos em que estávamos parados entre séries na resistência, mas não passavam de meras palavras, só resmunguices que entravam a cem e saíam a duzentos. Eu não parava.
Resumindo a parte mais chata, entretanto fui à pediatra e fui diagnosticada erradamente. Andei um ano a tratar algo que na verdade não era um problema e a piorar o que na realidade era mesmo um problema. Quando fui a um ortopedista, soube o que realmente tenho, duas condições nos joelhos que supostamente passam com o tempo. Claro que aí pelo meio foi o meu declínio e a minha última prova foram uns nacionais de inverno. Não foi uma decisão fácil, nunca cheguei a perceber se foi a acertada mas, apesar de ter parado de marcar presença nas competições, ainda estive uma época inteira a treinar só em braços porque não conseguia de forma alguma deixar tudo e sair. A natação era a minha vida e esse foi como que um ano de adaptação à perda da mesma.
Sofri muito com isso, chorei bastante e ainda hoje tenho um vazio à espera de ser preenchido. Mas já lido melhor com tudo isso, apesar de me revoltar com algumas situações em que não sabem aproveitar o que têm ou ter "inveja" dos que levam a vida que eu tive de deixar. Não foi uma decisão realmente minha, eu fui de certa forma coagida a sair e sou a única que vai regularmente às piscinas matar saudades e pôr a conversa em dia com o treinador que é como um segundo pai para mim. Até porque o ambiente lá agora é completamente diferente e eu não me sinto mal, de todo, de já não estar lá. Se assim o foi, é porque tinha outras coisas às quais me dedicar e isso leva-me ao ponto principal desta conversa toda...
Hoje um amigo meu de infância faz anos. Amigo esse que entrou para a natação nesses tempos que falei de pré-competição, amigo esse que tinha orgulho em mim e nas minhas conquistas, amigo esse que evoluiu cada vez mais e mais, mudou de equipa consequentemente mudando de escola e de vida, agora numa subida de carreira tão grande que eu espero só ir cada vez mais e mais para cima. Eu tenho um enorme orgulho nele, do fundo do coração e espero por tudo que ele seja bem sucedido. Ele é campeão regional, zonal, nacional, tem ido a estágios da selecção nacional, campeonatos europeus e não pára. Como se a cada fim de semana agora estivesse num país e prova diferente e eu acho óptimo, excelente porque qualidade não lhe falta, capacidades também não e é para mim um privilégio poder dizer que fiz parte do seu começo e desenvolvimento como pessoa e nadador que é. Também já pensei na hipótese de me sentir tão ligada às conquistas dele porque deposito nele também os meus sonhos e a minha paixão, por assim dizer. Ele que viva o que eu fui impossibilitada de viver. Isto parece demasiado dramático mas acaba por ser verdade, no entanto os sacrifícios que ele tem de fazer a nível de vida tanto social como intelectual não se comparam aos que em tempos tive que fazer e apesar de todos os percalços da vida, eu não trocava a vida social que tenho e principalmente a vida intelectual que tanto gosto de estimular. Acho que tudo aconteceu porque devia ter acontecido e eu não guardo rancor aos meus azares da vida porque ainda acredito e espero que algo de bom venha e me encha o coração de novo.
Dito isto, é com muito anseio e agrado que vos digo que ainda vou comemorar com vocês grandes conquistas e vitórias deste "meu" campeão, nem que seja uma presença nos Jogos Olímpicos de 2016, quem sabe... É mesmo um orgulho! Por enquanto, é hoje bem -vindo ao mundo dos 18 ;)

Ps: Este é um tema com imenso pano para mangas, eu ficava aqui dias a falar sobre isto porque foram os tempos mais felizes da minha vida. E por isso, costumo sempre brincar com uma afirmação que no fundo acaba por ser um bocado verdade. A natação é mesmo uma paixão inegável, mesmo hoje em dia faz-me tão bem matar saudades, e se algum dia eu gostar de alguém com tanto carinho, entrega, paixão e intensidade como nutro pela natação, é para casar!

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Santos e Marchas


Se virem Globos D'Oiro a desfilar, estarei lá pelo meio! Daqui a pouco vou desfilar para Lisboa com o grupo de Carnaval, recebemos um convite e é um gosto ir lá.
Depois ficamos por lá para a festa (poucos mas bons) porque aqui a Joana passou hoje no exame de condução e tem muito para festejar! Dito isto, divirtam-se caso também passem por lá e caso não passem, divirtam-se na mesma :D

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Artes


O mundo das artes é algo que me fascina. A minha mãe tem um jeito incrível para pintar e tudo relacionado com a veia artística, eu em pequena cheguei a fazer umas pinturas mas nunca me alonguei por estes caminhos. Eu sei e sinto no meu coração que pertenço ao mundo do desporto, venham as lesões que vierem, mas isso não impede de explorar outras áreas e eu gosto, gosto muito sinceramente de o fazer.
Quantas e quantas vezes não fiz uns rabiscos nos cadernos e quis desenhar algo que nunca cheguei a conseguir transpõr tal como imaginava para o papel? Quantas e quantas vezes eu não vi o So You Think You Can Dance ou os Step Up's e desejei saber verdadeiramente dançar e conseguir passar toda aquela emoção às outras pessoas? Ou quantas vezes suei eu no Just Dance só porque sim e porque gosto? Quantas vezes cantei eu no duche até achar uma forma de acertar nas notas num registo que me permitisse não desafinar? Ou então quantas vezes abri o meu Magic Piano no iPad e me imaginei a tocar a sério? Nem vocês imaginam, nem eu vos sei precisar. Ultimamente tenho andado a pensar em arranjar um piano, talvez não para já mas um dia, sem aspirar a nada profissional mas apenas uns momentos de descontração. Adorava saber tocar piano, por prazer e nada mais.
Eu gosto de artes. Tenho muita pena de não ter algo em que seja mesmo boa, em que me destaque porque as artes é um mundo que nos eleva como pessoas e como seres, requer uma criatividade, uma expressividade, uma emoção que eu adoro quando cativa e é interessante ou inspirador. Acho que o mais perto que me encontro disso é com a escrita, que é igualmente uma arte, o dom da palavra. Mas com isto não quero dizer que me arrependo do "mundo que escolhi", eu fiz as minhas escolhas e se voltasse atrás seguiria o mesmo rumo, sem hesitar. Isto é só algo que por vezes me deixa a pensar profundamente.
E é importante referir que eu não falei em todas as abordagens das artes, é um mundo tão vasto que não se cinge apenas ao que mencionei como é óbvio. Havia tanto por onde pegar que eu ficava aqui um dia inteiro.

PS: Sabem que eu até me questionei o porquê de não seguir um curso ligado à realização? Eu gosto de filmes, gosto de séries, gosto de filmes e séries inteligentes, etc. E já por duas vezes fiz vídeos "montagem" de coisas que gravei numas férias e na viagem de finalistas (não é para me gabar mas aquilo até fica bom e dá-me gozo fazer, apesar do trabalho). Isso leva-nos à questão problemática de escolher um curso por eu ter interesses tão variados... Mas isso será tema para outro dia :)

sábado, 31 de maio de 2014

Aguenta bronze, não me esqueci de ti


Tenho tantas saudades do meu bronze, nem me sinto a mesma sem o ter. Há uns dias fui tirar fotos, teve mesmo que ser, e parecia mais pálida que sei lá o quê, apesar de algumas pessoas invejarem o meu "não-bronze". E só de colocar lado a lado com as últimas fotos que tirei (precisamente no fim de umas férias de Verão), até dava vontade de chorar.
Gosto de ter cor, gosto dos raios de sol na pele bronzeada, gosto do efeito da água, gosto de usar cores frescas e leves. Vem Verão, invade-me a alma e a pele!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Rainha por uma noite


Eu falei-vos do meu baile de gala e acabei por deixar de parte um pormenor que não achei relevante na altura. Um amigo meu da AE lembrou-se de me inscrever para a votação de Rainha do Baile mas eu nem dei muita importância porque não achei que fosse ter tantos votos quanto isso. Pois a verdade é que, surpreendentemente, eu fui eleita rainha do baile!
Eu não fui feita para ser o centro das atenções e morri de vergonha, só não fiquei parada a processar o meu nome quando o anunciaram porque depois tinha tudo à espera que eu subisse o palco e ainda ficava mais envergonhada, mas foi uma honra enorme até porque pelo que percebi foi mesmo muita gente a votar e eu nem conheço tanta gente que fosse votar em mim nem muito menos sou próxima de tantos que votassem. Foi mesmo uma surpresa e antes de anunciarem, já todos à minha volta sabiam dos resultados menos eu.
Eu sou muito sincera e não era algo que eu almejasse conseguir, a única coisa que me importava era eu ser rainha da minha própria noite, nem é algo de tremenda importância nem me faz mais que ninguém mas claro que me senti lisonjeada, recebi elogios de gente com quem nem falo e a grinalda era giríssima.
E a valsa correu super bem, quase que me ia enganando mas ninguém notou e o meu pai filmou, só dá vontade de mostrar como ficou bonito!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Baile de Gala



Este sábado temos o nosso baile de gala. A busca pelo vestido foi uma aventura e pêras, nem eu queria gastar muito dinheiro nem sou de grandes exuberâncias mas verdade seja dita, nem algo simples eu conseguia encontrar. Ao fim de uma longa busca, só tinha duas hipóteses: um vestido diria eu que rosa "velho" de princesinha e um preto não-de-princesa-mas-talvez-passagem-de-ano-aperaltada. A escolha foi complicada mas acabei por ficar com o preto, a cor do outro não me convenceu nem ficava bem comigo e eu quase que aposto que não o voltaria a vestir nunca mais. Os sapatos vão ser claramente os únicos que eu tenho no armário a criar raízes e só vou levar uns brincos simples. O cabelo vai ao natural, talvez com um pequeno apanhado e nada de maquilhagem (lá porque é festa e sou finalista, não abusemos). 
Nos últimos dois anos eu fiz parte da associação de estudantes e fomos nós que organizámos os bailes de gala em questão, mas este ano é uma lista diferente. Um lado positivo é que não vou ter turnos de trabalho durante a noite nem limpezas posteriores nem preocupações quanto a nada disso. Ou seja, estas festas são momentos em que eu reencontro amigos com quem já não convivo diariamente e desta vez vou estar 100% livre para lhes dar a minha atenção, para dançar e viver cada instante.
Outro lado positivo é que sou finalista e vou dançar a valsa, juntamente com mais 15 pares. Eu ando desde o meu 10º ano a querer dançar a valsa e vai finalmente acontecer mas espero que corra tudo bem senão vou morrer de vergonha. Se vocês vissem os ensaios... Mas claro que os meus pais e a minha irmã vão assistir e o meu pai nem seria o mesmo se não tentasse filmar a ocasião, por isso devo ter oportunidade de mais tarde ver e concluir se até me safei bem ou estava completamente away do compasso.
Concluindo, ando a precisar de desanuviar as ideias e  por isso espero que seja um óptimo baile de gala e que me consiga divertir à grande com aqueles que me são próximos. É um evento importante, acaba por marcar a recta final desta etapa da minha vida. O que virá a seguir, quem sabe?

sábado, 26 de abril de 2014

Calpe e Portugal

Esta era apenas uma parte da vista da minha varanda! Não imaginam as belas fotos às 7 da manhã com o nascer do sol.

Depois de uns longos tempos sem dizer nada, cá regressei!
Calpe foi uma semana intensa, conheci pessoal de diferentes sítios, reencontrei dois meus conhecidos das férias de verão, tive uma experiência diferente. Admito que o grupo com que fui não foi o ideal para mim e eu já o esperava por isso não foi de todo uma desilusão, apenas acho que para ser a melhor semana da minha vida teria que ser com pessoas diferentes, aproveitando cada minuto de forma diferente. Mas foi algo com um balanço geral obviamente positivo e não me interpretem mal. Calpe tem tudo para que seja uma viagem inesquecível, a organização é óptima, o tempo ajudou imenso, a paisagem da minha varanda era estonteante e eu não tenho mesmo queixas nenhumas, tive noites brutais e sempre sóbria. Apenas não fui com o grupo mais adequado à minha personalidade e senti isso, apesar de não ter nada contra eles claro e não me estar a referir à totalidade. No fim de contas, só tenho tanta pena de não ter subido ao Peñon, a sério!
Quando regressei, embarquei numa semana de férias com os meus pais e a minha irmã, em que percorremos Portugal de alto a baixo. Family on the road! Descemos pela costa, Setúbal, Arrábida, Sagres, Portimão. Passámos duas noites em Albufeira. Seguimos por Faro, Vila Real de Santo António, Mértola, Évora, Portalegre. Ficámos em Castelo de Vide, onde temos casa, por uma noite. De volta à estrada, passámos por Castelo Branco, Covilhã, Serra da Estrela, Gouveia, seguimos para Braga e ficámos lá perto, em Caldelas. No último dia, descemos por Porto, Aveiro, Figueira da Foz, Nazaré, Caldas da Rainha, por aí. Isto assim muito por alto pois claro que passámos por imensas terras e terrinhas e foi interessante descobrir um pouco mais do nosso país.
Foram, sem dúvida, umas férias diferentes!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Calpe


Está a aproximar-se aquela que dizem ser a melhor semana das nossas vidas: a viagem de finalistas. O nosso destino é Calpe, na costa espanhola. Na minha opinião, os melhores momentos somos nós que os criamos e só porque vamos estar longe e sozinhos não significa nada, mas claro que faremos por isso. Eu cá não sei se vai ser a melhor semana da minha vida e possivelmente nem será bem, é esperar para ver mas antecipo uma semana como nunca tive e uma experiência brutal da qual espero guardar toneladas de boas memórias.
Já comecei a fazer a mala e a planear tudo para não me esquecer de nada. E vocês? Se já fizeram essa viagem, gostaram? Têm algum conselho? Se não fizeram e é este ano, qual o vosso destino? Estão entusiasmados?

quinta-feira, 27 de março de 2014

E quando...


Recebes uma mensagem totalmente inesperada de alguém que julgavas já nem se lembrar de ti assim? É mesmo vida.
O meu treinador de natação teve o segundo filho e mesmo tendo eu parado de nadar há dois/três anos, mandou-me logo mensagem com a notícia ainda com palavras mal escritas cheias de emoção e eu fiquei tão enternecida que não tenho palavras. Sabe tão bem sentir que não sou um membro esquecido da família.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Out and Away


Ando meio desligada do mundo. Às vezes acontece-me isto e perco-me a analisar o que me rodeia ou a vida no geral ou tudo mas nada. É daqueles devaneios inexplicáveis. Ando cansada, com dores de cabeça frequentes e no entanto tenho de me agarrar ao barco para não ir com a corrente. Não me posso deixar ir abaixo agora que estou na recta final, na verdade apenas o fim do início. E é algo assustador mas excitante.
Escrever faz-me bem, acalma-me e porque eu detesto sentir-me ausente aqui e inspiração tem sido nula, venho desenterrar e propor-vos uma espécie de velho desafio que já fiz. Se quiserem, comentem com o título de uma música na qual eu me inspirarei para escrever um texto e assim o farei. É sempre interessante porque opções é o que não falta, é sempre bom descobrir novas músicas e por vezes, podemos deparar-nos com interpretações diferentes da mesma melodia.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Tão Organizada...

Na verdade, o título tanto tem a vertente irónica como verdadeira.
Agora está na hora de começar a pensar nos exames nacionais e no futuro, ninguém o nega. Pois então eu decidi, pelo menos, começar já a organizar matérias, livros de anos anteriores, etc. e para isso, fui finalmente percorrer a pilha de papéis e livros de físico-química e biologia que permaneciam imóveis e intocáveis desde Julho, a um canto. Surpresa a minha, tinha lá pelo meio uns resumos da matéria toda de geologia 10º e 11º ano que nem me lembrava de ter feito (vamos assumir que não sou uma pessoa de propriamente fazer resumos). Até me senti orgulhosa. No entanto, estou apenas a ponderar repetir o exame de FQ para tentar melhorar a nota e consequentemente a média. Fora isso, cá me esperam Matemática A e Português.
É sempre assim, distraimo-nos por uns segundos e a semana de exames aparece à nossa porta!

sábado, 8 de março de 2014

Almoços de Família



A minha família não é de todo a mais unida, no geral. Dramas familiares, quem não os tem?
No entanto, todos os fins de semana almoçamos com os meus avós maternos, o avô paterno junta-se e também um primo da minha mãe. O que se torna muito interessante porque é um homem inteligente e gosto de participar nas conversas que chegam a percorrer variados temas. No último almoço, falou-se de que para vivermos bem, há três aspectos muito importantes: o físico, o psicológico e o financeiro. Então levantou-se a seguinte questão, em que ordem de importância se encontram esses três aspectos? As opiniões divergiram, outras (incrivelmente) convergiram quando nunca costumam estar de acordo e assim eu convido-vos a partilharem comigo a vossa opinião. Para vocês, dos três qual o mais importante? E o menos? Dêem-me os vossos argumentos :)

Para o ano há mais


Faça chuva ou faça sol, aqui o Carnaval festeja-se de qualquer maneira! Foi muito bom, cada noite tive uma máscara diferente e Avatar foi um sucesso (graças aos dotes artísticos da minha mãe, claro). Recebi alguns elogios de pessoas que nunca conheci na vida e eu própria senti-me mesmo gira. Correcção, bem pintada.
Apesar de estarmos todos sempre numa mesma zona da Praça da Batata, eu e uma amiga minha por vezes percorremos as praças e os bares sempre sem parar e foi uma aventura. Acho que descobrimos mesmo a "pólvora". É brutal estarmos lá todos juntos, imenso pessoal da escola e conhecidos, mas ir à descoberta, furar a multidão, entrar em brincadeiras com estranhos e abraçar o espírito puro de Carnaval é uma experiência a repetir! Voltei a participar no desfile dos grupos mascarados e voltámos a conseguir alguns prémios.
Agora resta a saudade destes tempos de ouro! Carnaval pode ter o seu Enterro mas vive sempre dentro de nós e é escusado reforçar que já estamos à espera do próximo *

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Carnaval de Torres Vedras!


É um orgulho ver que o Carnaval junta tanta gente num só lugar com um único propósito: diversão! Adoro ir a uma loja de tecidos e ver pessoal interessado em mascarar-se, com ideias originais e cheios de empenho. Adoro perceber que é algo que não se perde com o passar dos anos porque é um evento para todas as idades. O Carnaval é de todos e acreditem que é muito esperado. Ainda hoje estava a pensar que com este intervalo escolar, podíamos muito bem fazer uma viagem, ir passear mas depois pensamos no que perdemos e eu pelo menos chego à conclusão de que não quero faltar a nenhum carnaval e quero inclusive incutir esta "tradição" aos meus filhos um dia. Eu cresci com este ambiente e sinto-me uma sortuda por ter tido essa oportunidade, por saber apreciar e desfrutar desta época do ano. Ninguém se sente excluído e brincadeira é a palavra de ordem do dia, saiam da vossa rotina, saiam do normal, excedam-se, divirtam-se.
Se puderem, aconselho-vos a darem uma oportunidade ao Carnaval de Torres e não se vão arrepender! Até porque se são da zona, considero impossível nunca terem ouvido falar do mesmo.
Eu cá vou preparar-me que o tempo não pára!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

# Do Not Let My Fickle Flesh Go To Waste


Permite-me deambular por entre sonhos e projectos, pensamentos e indecisões, vida e a sua ausência.
Às vezes perco o rumo, como um dente de leão que se deixa levar pelo vento. É tão mais fácil darmos por nós desgovernados quando não sentimos firmeza na nossa pessoa... Angustia-me pensar em tudo o que perco, toda a panóplia de sensações que podia estar a sentir se não estivesse preenchida de emoções vazias. Todo o meu percurso errante e paradoxal mexe e remexe com aqueles que são os dramas existenciais. Então para onde vou? E que faço agora? Tiram-me uma segurança, o que esperam em troca? Fico sem o chão dos meus pés, como aprendo a voar? Quem sou eu quando me perco? E quem seria se não me perdesse? Estou perdida?
O ressoar duvidoso do tempo apanha-me ao canto da sala, sentada e com o olhar fixo na escuridão que paira sobre as minhas dúvidas. Sentido? Duvido que faça. Lógica? Quem sabe se existe. Fosse o mundo um lugar fácil e certo, ninguém o apreciaria..

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Liebster Award - Discover new bloggers


O Liebster Award foi criado com o objectivo de ajudar na divulgação de blogues com menos de 200 seguidores. Agradeço à anya ♥ (Subterranean Homesick Alien) pela nomeação :)

Objectivos do desafio:
A) Partilhar onze factos sobre nós próprios;
B) Responder a onze perguntas que a pessoa que nos nomeou fez;
C) Nomear onze blogues;
D) Fazer onze perguntas.



A) Factos sobre mim
1- Já fui nadadora de competição e tive de me retirar por ter problemas de joelhos
2- Adoro trovoada, que fascínio
3- Faz-me confusão ver português mal escrito e sou contra o novo acordo ortográfico
4- Não sei o que quero seguir e isso aterroriza-me
5- Adoro ler e gostava de ter tempo para mais
6- Tenho interesse por factos random de cultura geral
7- Quero um dia viajar pelo mundo
8- Gosto de aprender novas línguas
9- Gosto de cozinhar, especialmente doces!
10- Gosto de ver filmes no sofá com o meu pai
11- Sou racional, por vezes em demasia

B) Perguntas da anya 
1- Porquê o nome do teu blogue?
É como muitas vezes me sinto e aqui posso expressar-me em relação a isso, apesar de me sentir meio desaparecida e me fazer falta escrever
2- Gostas de ti?
Não sei, acho que tem dias que sim e outros que meio meio.
3- Que tipo de livro escreverias?
Algo de intriga, mistério. Se eu soubesse, já tinha trabalhado essa ideia :) nem que fosse para ficar só para mim, sem publicações ou algo do género
4- Que tipo de música nunca comporias?
Eu não creio que fosse compôr música, mas se o viesse a fazer, acho que trance estaria fora de questão
5- Uma coisa que te faz feliz neste momento
Ler, descobrir novos livros
6- Um objectivo concreto de vida, para além de "ser feliz"
Encontrar algo que me preencha tanto como a natação o fazia.
7- Um desejo a pedir a uma bruxa
Conseguir construir uma vida estável o suficiente que me permita viajar
8- Qual a tua série preferida?
Anatomia de Grey! Não pode acabar, vou ficar mesmo triste
9- Gostas do teu nome?
Sim e adoro o meu apelido, não queria que se perdesse ofuscado pelo do meu marido um dia
10- Gostas mais de ler blogues anónimos ou gostas de saber quem está a escrever?
Não me faz diferença não saber, desde que se gostar do que leio, tenha a oportunidade de o dizer (apesar de ter uma ou duas bloggers com quem gosto muito de falar e ser bom não estarmos em anonimato completo)
11- Uma palavra aos teus leitores
Sinto-me grata pela atenção que me dão e espero que não desistam de mim quando publico menos regularmente. Gosto muito de vocês e podem falar comigo sempre que quiserem


C) Os blogues (que são menos do que o esperado)
Cassandra Lovelace (A Rush of Blood to the Head)
Hayley S. Logan (Rainforest Of The Lost Souls)
Sophie Coldheart (Lost Words)
Jade Mae (Keep My Eyes On The Stars)
ann (Breath In, Exhale)
Marisa Pinto (Wilderness of Adventures)


D) As minhas perguntas
1- Onde te vês daqui a 10 anos?
2- O que te levou a criar um blogue?
3- Qual a tua melhor recordação de infância?
4- O que gostas mais de fazer no teu dia-a-dia?
5- Sentes-te feliz?
6- O que mudavas na tua vida?
7- Tinhas direito a um super poder. Qual escolhias? E porquê?
8- Do que mais te orgulhas?
9- Tinhas capital para investir de verdade em algo. O que seria?
10- O teu livro preferido
11- Por que gostarias de ser relembrada? Ou como, com que ideia?

Divirtam-se e avisem-me se responderem ao desafio para eu não perder as vossas respostas :) Beijinhos *

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

# Say Something


" Há muito tempo que não escrevo. (...) Há muito tempo que não existo. Estou sossegadíssimo. Ninguém me distingue de quem sou. Senti-me agora respirar como se houvesse praticado uma coisa nova ou atrasada. Começo a ter consciência de ter consciência. Talvez amanhã desperte para mim mesmo, e reate o curso da minha existência própria. Não sei se, com isso, serei mais feliz ou menos. Não sei nada. (...) Há muito tempo que não sou eu. "
in Livro do Desassossego

Não me sinto nada presente aqui e sinto falta disso, é algo que me faz bem mas a minha ausência não foi totalmente em vão. Tive notas de bradar aos céus, fiz à menos de uma semana os meus dezoito anos e já estou nas aulas de código. Quanto à minha produtividade, sinto-me confiante e apesar de haver outros projectos que eu gostaria de abraçar, acho que posso ir conciliando as coisas devagar e tudo vai ao sítio mas não me sinto de todo incompleta. A única coisa que me atormenta é não estar segura do que seguir na faculdade.
Olhando para trás e pensando em tudo o que mudou, a minha vida deu não uma mas mil e quinhentas voltas de 180º só no último ano. Nem sei expressar tudo o que me vai na alma, o espírito que perdi algures pelo caminho e que tento reencontrar. No entanto, espero que o vosso ano 2013 tenha sido do melhor e que a vossa passagem de ano vos traga excelentes momentos, muitas coisas boas para todos vocês!
Eu voltarei, muitos beijinhos *